A UNIFEI JUNIOR tem a missão de ser uma ferramenta capaz de proporcionar situações reais para que o aluno aprenda, aplique e desenvolva habilidades valorizando sua formação acadêmica, além de estabelecer uma parceria entre a sociedade e a empresa. A prioridade, portanto, não é dar honorários, ordens e benefícios ao aluno. Como política empresarial, a Júnior tem o objetivo de forcener serviços capazes de satisfazer às necessidades, superando as expectativas de seus clientes através de uma melhoria contínua de seus processos e seus colaboradores.
Bruno Biscaia é editor de Empreendedorismo do blog Dinheirama e graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá. Atua em seu cotidiano inspirando pessoas a buscar melhores oportunidades em suas vidas. Co-autor do Livro do Blog – Dinheirama (Editora Blogbooks).
Você poderia nos contar um pouco sobre sua trajetória? Desde o começo da faculdade até fazer parte do Dinheirama, um dos maiores sites de economia e negócios do Brasil?
Quando entrei na faculdade coloquei em minha cabeça que nos cinco anos seguintes eu me esforçaria ao máximo para ser um dos melhores profissionais do mercado. Isso não era apenas uma meta, mas um sentimento profundo de querer ir além das minhas próprias expectativas.
Comecei devagar, fazendo cursos pelo SEBRAE para aprender um pouco mais sobre empreendedorismo e logo depois fui selecionado para entrar na empresa júnior de minha universidade, a Unifei Junior, com um cargo de consultor de eventos, que implicava em minha saída logo após a execução de um evento, isto é, era um cargo temporário.
Nesse momento comecei a estabelecer metas: a primeira foi de que eu deveria me esforçar ao máximo para ser convidado a ser um membro efetivo da empresa, sem precisar passar por novos processos seletivos – eu deveria merecer a vaga.
Dessa forma, passado algum tempo de trabalho, fui convidado a compor uma das funções dentro da Diretoria de Marketing da empresa e também a organizar um novo evento, chamado de A Semana do Empreendedor, foi aí que comecei a me aproximar do Dinheirama.
Objetivo alcançado, mudança de metas: a nova meta agora era conseguir estagiar nas férias de verão em uma grande empresa. Com isso na cabeça continuei trabalhando na empresa júnior e desenvolvendo o evento. Fiz uma pesquisa na região e na internet e como já era um leitor do Dinheirama, achei interessante convidar o Conrado Navarro, sócio-fundador do blog, para palestrar em uma das noites do evento. Foi um sucesso.
Daí para frente foi manter contato: o famoso networking. Com isso veio o convite inesperado para participar do Dinheirama. Logo no começo percebi que tinha que me especializar mais ainda, fui atrás de livros, revistas e experiências novas para contar aos leitores do site.
Para conseguir me dedicar mais a faculdade e ao Dinheirama, escolhi sair da empresa júnior. Pouco tempo depois veio a confirmação de que a vaga de estágio era minha. Mais um objetivo alcançado. Continuei no blog desenvolvendo meu trabalho e estou até hoje buscando passar tudo que aprendo na teoria e na prática para os leitores do site.
Qual foi a importância da Empresa Junior para sua formação profissional?
Como disse acima, ela foi o começo de tudo, dos meus erros e dos meus acertos. Fundamental para o meu crescimento e aprendizado. É na empresa júnior que temos a oportunidade de lidar com pessoas de todos os tipos, antes de entrar no mercado profissional: motivadas, inexperientes, preguiçosas, competentes, egocêntricas etc. Com isso, aprendemos a gerar grandes resultados com todos esses perfis distintos dentro de uma equipe.
É o encontro com a diversidade, com o inesperado e com a força de vontade. Para conseguir bons resultados você tem de aprender a lidar com o melhor da cada pessoa, aprender a trabalhar em equipe.
Está nos seus planos abrir sua própria empresa?
Acredito que não poderia não estar. Essa é mais uma chance de aprendizado e de desenvolvimento e mais um de meus objetivos para o futuro. Vamos aguardar.
O que você acha que é necessário para um jovem empreendedor “sair do lugar”?
A idéia de “sair do lugar” é muito boa por que remete a movimento. Para “sair do lugar” é preciso desligar o piloto automático e sair da inércia. É querer que sua vida tome rumos diferentes do atual e realmente se esforçar para que isso aconteça. É mudar a forma como você se comporta diante das oportunidades que a vida cria para você, ou que você cria para a sua vida.
Fonte: Saia do Lugar .com.br
Um dia você já se deparou com um contrato ou documento que utilizasse por base um índice de resolução de preços ou uma tabela atualizada que corrigisse valores inflacionários, mobiliários entre outros. Mas você sabe como é feita essa tabela ? Qual a sua importância para o mercado ? E afinal, o que é IGP e suas variações ?
O IGP – Índice Geral de Preços - é um índice geral concebido pela Fundação Getúlio Vargas, umas das instituições mais respeitadas no setor econômico-industrial nos assuntos de economia e finanças. A FGV, na sua concepção, gerou e criou outros índices anexos ao IGP, como o IGP-M, IGP-DI, além de outros não anexos mas correlatos como o INCC e IPC. Vamos explicitar alguns deles.
O IGP-10, uma variação do IGP, mede a variação de preços entre o dia 11 de um mês até o dia 10 do mês subseqüente.
O IGP-M – Índice Geral de Preços – Mercado - quando foi concebido, teve como princípio, ser um indicador para balizar as correções de alguns títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e Depósitos Bancários com renda pós fixadas acima de um ano. Posteriormente passou a ser o índice utilizado para a correção de contratos de aluguel e como indexador de algumas tarifas como energia elétrica.
Já O IGP-DI –Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna - tem como finalidade medir o comportamento geral de preços na economia brasileira. Ele é calculado pela média aritmética do IPA – Índice Geral de Preços no Atacado; pelo IPC – Índice Geral de Preços ao Consumidor e pelo INCC – Índice Nacional da Construção Civil. O IGP-DI considera apenas variações de preços de produtos no mercado interno, desconsiderando aquelas resultantes ou implícitas no mercado exterior.
Os cálculos mensais desses índices, porém em períodos diferentes, afetam diretamente no trabalho de administradores, economistas, cientistas econômicos, além de configurar decisões relacionas à economia de um setor, envolvendo poder de compra do cidadão, tarifação de impostos e correções inflacionárias.
É sempre bom acompanhar o nível desses índices e interpretá-los, associando-os à vida pessoal de cada cidadão, refletindo se seu poder financeiro está aumentando, diminuindo ou nivelado. Bons rendimentos !